Alunos da Unifei participam dos festivais do Corredor Cultural

Grupo Corpo a Corpo se apresentando no Festival que aconteceu na Ufla.

Forró de Segunda ministrando workshop no Festival que aconteceu na UFSJ.

Oficina de Tecido Acrobático que aconteceu no Festival na UFSJ.

Oficina da Bateria Danada que aconteceu no Festival na UFRRJ.

Apresentação da Cia de Teatro dEfeito no Festival na UFRRJ.

As exposições que estão montadas no saguão da BIM, no campus de Itajubá.

 

 No mês de agosto, cinco grupos artísticos da Unifei representaram a instituição no projeto Corredor Cultural. Criado pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras (Forproex), da regional Sudeste, o Corredor Cultural tem como objetivo promover o intercâmbio dos diversos fazeres artístico-culturais das Instituições de Ensino Superior (IES) públicas da região, por meio da circulação da produção dos universitários.

 Na edição de 2018, o projeto consistiu na realização de três festivais, com participação de 12 IES de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, 30 grupos artísticos e cerca de 120 alunos. Cada festival recebeu oficinas e workshops, exposições, música e artes da cena (apresentações que envolvem cena, tais como dança, teatro e circo), o que permitiu a troca de saberes de diversas linguagens artísticas entre os grupos e o público.

 O primeiro festival foi realizado nos dias 15 e 16 de agosto, na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica-RJ. No evento, a Unifei foi representada por integrantes da Bateria Danada, que ofertaram oficina de percussão, e do Teatro d’Efeito, com apresentação da peça “Geni”.

 O segundo festival ocorreu nos dias 23 e 24 de agosto, na Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), com participação dos alunos do Forró de Segunda, que ofereceram workshop de forró, e de integrantes da Universidade Cultural, que ministraram oficina de tecido acrobático.

 O terceiro e último festival ocorreu no dia 25 de agosto, na Universidade Federal de Lavras (Ufla), ocasião em que a Unifei foi representada pelos alunos do projeto Corpo a Corpo, que fizeram apresentação de dança e ofereceram workshop de dança livre ao público.

 A diretora de Cultura e Extensão Social da Unifei e produtora executiva dos festivais, Flávia Motta, defende a importância da iniciativa do Forproex, tendo em vista o compartilhamento de experiências culturais que promove. “Nos festivais, nossos alunos tiveram a oportunidade de mostrar sua arte e conhecer o trabalho dos grupos de outras instituições. Houve uma integração muito interessante entre os alunos das 12 IES participantes e mesmo entre os gestores culturais. Para alguns discentes, este foi o primeiro contato com outras universidades”.

 De acordo com Iago Felício Dornelas, graduado em Sistemas de Informação pela Unifei e professor de dança do projeto Corpo a Corpo, o Corredor Cultural “foi um dos melhores eventos com foco em cultura que já fui na minha vida, não só pela receptividade das universidades envolvidas, mas também pelo perfil do público, com as mais diversas formações, e aberto a conhecer coisas novas”. Para ele, a iniciativa foi relevante para o projeto de dança livre, tendo em vista o reconhecimento da Unifei e a oportunidade de compartilhamento do trabalho que o grupo desenvolve. “Foi um momento de intenso aprendizado com as outras equipes que estavam no festival e também de amadurecimento, porque percebemos que temos condições de fazer eventos incríveis e apresentações cada vez melhores”. 

 O discente Guilherme Braga, do curso de Engenharia de Computação da Unifei e integrante da Universidade Cultural, também mostrou o trabalho que desenvolve com artes circenses: “ensino o que posso e aprendo o que consigo para enriquecer os dois lados”. Segundo Braga, o projeto deu a oportunidade de conhecer um lugar novo, de trocar experiência com outras pessoas que já têm familiaridade com o tecido e de ensinar muitos interessados em aprender a arte do tecido acrobático. “Foi uma das melhores experiências que já tive e já estou esperando ansiosamente pela próxima edição”.

 O projeto continua na Unifei com duas exposições montadas no saguão da Biblioteca Mauá (BIM), no campus de Itajubá. A primeira – Sob Severa Vigilância – mostra os alunos do Cefet-RJ que viveram o período da ditadura sob vigilância. A segunda – Mães Ruralinas – traz o retrato de mulheres mães-alunas da UFRRJ pela ótica da fotógrafa Tuyuka Lara. As exposições ficam disponíveis até dia 30 de setembro para toda a comunidade itajubense.

Equipe organizadora do Corredor Cultural, edição 2018:

  • Direção Geral – Gabriela Maruno (UFABC)
  • Direção Adjunta – Kate Hellen (UFRRJ)
  • Produção Executiva – Flávia Motta (Unifei)
  • Direção de Comunicação – Gabriela Maruno (UFABC)
  • Direção Administrativa – Telma Resende (UFSJ)
  • Produção Local – Kate Hellen (UFRRJ), Telma Resende (UFSJ) e Jardel Maximiliano (Ufla)

IES participantes dos festivais:

  • Cefet-RJ
  • IFFluminense
  • UFABC
  • Ufla
  • UFRRJ
  • UFSJ
  • UFTM
  • UFU
  • UFV
  • Unicamp
  • Unifal
  • Unifei