Reitor da Unifei debate novos cursos tecnológicos na Plenária no Confea e enfatiza a importância do Curso de Engenharia de Saúde e Segurança para o país

Reitor da Unifei, Dagoberto Alves de Almeida: expectativas de diálogo com o Confea.

 A participação do reitor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), eng. mec. Dagoberto Alves de Almeida, na plenária nº 1.455, motivou a realização de um breve, mas importante debate, na tarde desta quinta-feira (5).  Ao abordar inicialmente a importância de o Confea homologar o curso de Engenharia de Saúde e Segurança, o professor acabou proporcionando a oportunidade para um diálogo sobre o ensino de Engenharia no país.

Saudado pelo presidente do Confea, eng. civ. Joel Krüger, que ressaltou a importância de o Conselho aproximar-se cada vez mais das instituições de ensino superior, o reitor da Unifei recebeu ainda os cumprimentos e as observações do engenheiro civil Osmar Barros Jr. e do engenheiro agrônomo Daniel Salati, atual coordenador e ex-coordenador da Comissão de Educação e Atribuição Profissional (Ceap), respectivamente.

“Do lado de lá, não fazemos ideia da quantidade de atividades desenvolvidas pela Casa do Engenheiro. Percebendo mais claramente agora a complexidade de regulamentar todas essas mudanças, gostaria de chamar a atenção para o curso de Engenharia de Saúde e Segurança, o qual depende do trabalho que é feito aqui”, comentou o reitor.

O conselheiro federal Osmar Barros Júnior, representante das instituições de Ensino Superior – Engenharias, considerou que um dos objetivos do conselho é essa aproximação, levantada pelo presidente Joel Krüger. “Só assim vamos conseguir melhorar o nosso sistema profissional, se existir um trabalho desenvolvido conjuntamente. A universidade é a fornecedora de nossa matéria-prima, por isso temos que trabalhar em sintonia”, disse, informando que o conselho promoveu uma consulta pública sobre o curso de Engenharia de Saúde e Segurança e colocando a Ceap à disposição da Unifei.

Já o conselheiro Daniel Salati, representante das instituições de ensino superior – Agronomia, destacou o problema gerado para os estudantes, quando há cursos cujos títulos não existem oficialmente junto ao Sistema. “Gostaria que houvesse mais proatividade da universidade, inclusive antecipando a informação das criações dos cursos, antes mesmo que ao Conselho Nacional de Educação, para que possamos encontrar soluções antecipadamente porque o leque de atribuições dos novos cursos muitas vezes se sobrepõe às atribuições de outros profissionais”.

Em sessão plenária acompanhada ainda pelo coordenador da Coordenadoria Nacional de Câmaras Especializadas de Engenharia de Agrimensura, Joseval Carqueija, e do coordenador do Colégio de Entidades Nacionais – CDEN, eng. civ. Wilson Lang, o reitor Dagoberto Alves de Almeida considerou, finalmente, que “todos desejamos o melhor para o país, por meio da Engenharia, e precisamos encontrar soluções, mesmo que não sejam as que estamos esperando inicialmente”.

 

Henrique Nunes

Equipe de Comunicação do Confea

Matéria no site do Confea