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Campus da UNIFEI em Itabira recebe associados da ASCARMARITA para darem início em projeto de Engenharia Popular

No dia 24 de abril, associados da ASCARMARITA visitaram o campus da UNIFEI em Itabira.
A realização do projeto “Ações de Engenharia Popular para Fortalecimento da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis de Itabira (ASCARMARITA)” foi uma das pautas da visita.
No dia 30 de abril, terça-feira, houve uma visita técnica à sede da ASCARMARITA pela equipe da UNIFEI.
Na visita, foram discutidos futuros projetos que a ASCARMARITA possui para contribuir com a reciclagem e a geração de renda no município de Itabira.
Alunos e professor da UNIFEI conheceram a sede da ASCARMARITA e um pouco mais do trabalho dos agentes ambientais.
As informações e fotos registradas serão utilizadas para a produção de um relatório da visita à sede da ASCARMARITA. (Crédito das fotos: Professor Leonardo Ferreira Reis – ICPA / UNIFEI Itabira)

No dia 24 de abril, quarta-feira, membros da ASCARMARITA conheceram o campus da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) em Itabira.

Com a visita, eles puderam dar início ao projeto “Ações de Engenharia Popular para Fortalecimento da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis de Itabira (ASCARMARITA)”, que é coordenado pelo professor Leonardo Ferreira Reis, do Instituto de Ciências Puras e Aplicadas (ICPA), e conta com a participação dos bolsistas Mellissa Benício, do curso de Engenharia Ambiental, e André Rodrigues, de Engenharia de Saúde e Segurança, que darão suporte para a Associação até o fim deste ano.

Como consta no registro do projeto na Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), seu objetivo é desenvolver tecnologia social de gestão para a ASCARMARITA, visando fortalecer o princípio de associativismo e solidariedade entre os catadores, organizar e dar maior transparência à produção (coleta e venda) de materiais recicláveis da associação e aumentar a consciência ambiental dos associados e da população.

Ainda de acordo com o documento da PROEX, espera-se que o projeto contribua para o fortalecimento da consciência de classe e de solidariedade dos associados através de ações para o desenvolvimento de tecnologias sociais para a organização e registro da produção, aumentando a transparência dos seus resultados para os seus membros, assim como para a sociedade.

Sediada no bairro Pedreira, a ASCARMARITA existe desde 2009 e vem crescendo gradativamente, através de várias parcerias locais. Seu foco de atuação é a defesa dos direitos dos catadores. A Associação é considerada de utilidade pública por uma lei municipal, pois contribui para a reciclagem dos resíduos na cidade de Itabira e para a geração de renda de famílias da periferia.

Atualmente, ela conta com dez associados, que realizam diferentes tarefas operacionais e administrativas. O grupo faz coletas em vários pontos da cidade de Itabira, que são transportados para a sede da Associação, onde os materiais são separados, pesados, prensados e armazenados. No momento da venda, os associados também fazem o carregamento dos caminhões.

Para o professor Leonardo, a recepção aos membros da ASCARMARITA no campus da UNIFEI em Itabira “foi um momento de apresentação e alinhamento dos objetivos, para o início do Projeto, e também de muita descontração”.

Seguindo o cronograma do projeto para início da parceria, foi realizada no dia 30 de abril, terça-feira, uma visita técnica à sede da ASCARMARITA pela equipe da UNIFEI, composta pelos estudantes bolsistas do projeto de Engenharia Popular campus de Itabira, André e Melissa, e pelo professor Leonardo Ferreira Reis.

“Conhecemos a sede da ASCARMARITA e um pouco mais do trabalho desses agentes ambientais, na ocasião, além de termos discutido futuros projetos que a Associação possui para contribuir com a reciclagem e a geração de renda no município de Itabira. As informações e fotos registradas serão utilizadas para a produção de um relatório dessa visita, assim como para a construção de um diagnóstico sobre as condições atuais de coleta, triagem e venda de materiais recicláveis pela associação”, informou o professor Leonardo.