Professores da Unifei discutem perspectivas durante a XIII Conferência de Pequenas Centrais Hidrelétricas, Mercado e Meio Ambiente

O evento contou com a participação de, aproximadamente, 120 pessoas, como representantes de governos e organizações não governamentais (ONGs), investidores, técnicos, agentes do mercado, provedores de soluções e tecnologias, empresários e membros da academia.

O professor Geraldo Lúcio Tiago Filho, do IRN, foi um dos representantes da Unifei na conferência que aconteceu em Curitiba – PR.

 Os professores Geraldo Lúcio Tiago Filho e Oswaldo Honorato de Souza Júnior, ambos do Instituto de Recursos Naturais (IRN) da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), participaram da XIII Conferência de Pequenas Centrais Hidrelétricas, Mercado e Meio Ambiente, que aconteceu em Curitiba – PR.

 O evento contou com a participação de, aproximadamente, 120 pessoas, como representantes de governos e organizações não governamentais (ONGs), investidores, técnicos, agentes do mercado, provedores de soluções e tecnologias, empresários e membros da academia e foi coordenado, em parceria com a Unifei, pelo Centro Nacional de Referência em Pequenas Centrais Hidrelétricas (CERPCH), que, na ocasião, comemorou seus 20 anos de fundação.

 A conferência teve como objetivo discutir os principais temas sobre as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), como aspectos legais e institucionais, tecnologia aplicável, meio ambiente e análises econômicas. Na cerimônia de abertura do evento, participaram o secretário executivo do CERPCH e também professor da Unifei, Geraldo Lúcio Tiago Filho; o diretor técnico do parque tecnológico de Itaipu – Brasil, Rafael José Deitos, e o diretor de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Thiago Prado.

 Durante a conferência, foi destacado que o mercado de PCHs vive um momento especial e complexo, com muitas oportunidades, mas com grandes desafios, que exigem profissionalismo crescente, e que a perspectiva de continuidade do desenvolvimento econômico sinaliza um forte crescimento na demanda de energia, em especial no mercado livre, pois muitas empresas não terão energia contratada suficiente para suas necessidades.

 Também foi lembrado que, por outro lado, a retomada das grandes usinas e a participação de outras fontes renováveis com preços competitivos sinalizam que para atuar nos leilões para o ambiente regulado e mesmo para o mercado livre, os investidores em PCHs terão que encontrar formas de aumentar a sua competitividade.

 A análise das oportunidades existentes nesse cenário foi o foco da conferência, na qual foram apresentadas e debatidas as propostas de revisão do sistema de outorgas e também as oportunidades de negócios existentes em várias regiões do Brasil, ao lado de debates técnicos sobre a operação das PCHs e sobre as oportunidades de comercialização da energia produzida.