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Projeto de educação musical com membro da UNIFEI vence a primeira edição do German-Brazilian EdTech Hackathon – Digital Education

Os participantes do evento German-Brazilian EdTech Hackathon – Digital Education. Foto: Divulgação German-Brazilian EdTech Hackathon.

 A primeira edição do German-Brazilian EdTech Hackathon – Digital Education, realizada no Goethe-Institut, aconteceu de maneira presencial, em São Paulo, capital, com representante da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) conquistando o primeiro lugar. O programa busca desenvolver soluções tecnológicas para desafios da educação local e global, como gestão do tempo de preparação de aula, educação urbanística e inclusão musical em escolas públicas, entre outros.

 O evento contou com apoio do Centro Alemão de Ciência e Inovação São Paulo (DWIH) e teve a participação de diversas equipes acadêmicas de todo o país durante três dias de evento que apresentaram as suas soluções para os desafios propostos. A UNIFEI esteve representada no projeto vencedor “Tech_la” por Alice Xavier, do Centro de Educação (CEDUC).

 A iniciativa promoveu intercâmbio de conhecimento para desenvolvedores de tecnologia digital com os organizadores e mentores alemães. Além da competição entre as equipes, houve palestras e workshops do setor de educação digital.

Vencedores

 O grupo vencedor “Tech_la” propôs solução para o desafio de inclusão em educação musical para escolas públicas. Seu protótipo de aplicativo trouxe uma interface interativa acessível, que inclui um dispositivo de teclas para despertar o interesse por instrumentos musicais em crianças e jovens que não tiveram acesso a esse tipo de educação na escola. 

 Os vencedores da primeira edição do German-Brazilian EdTech Hackathon – Digital Education, com o projeto de inclusão musical, são Alice Xavier, Igor Niemeyer, Pricilla Prueter, Vitor Behnck, Johanna Kirchner e Igor Borges, representando as universidades federais de Itajubá (UNIFEI), Lavras (UFLA), Paraná (UFPR) e Santa Catarina (UFSC); a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UFTPR) e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), respectivamente.

 “Foi uma experiência muito rica para todos. Começamos com uma proposta para desenvolver um projeto que pudesse ser viabilizado. Tudo foi feito com muita parceria, apesar das diferentes áreas. O grupo é bem homogêneo, composto por administrador público, professora de música e estudantes de Computação, Engenharia da Computação e Letras. Todos trabalharam em conjunto e foi um grande trabalho em equipe, acima de tudo”, destacou Igor Niemeyer, representante da equipe.

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