Alunos da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), campus de Itabira, tiveram a oportunidade de carregar a Tocha Olímpica, que chegou à cidade e iniciou seu trajeto de 12 quilômetros pela Avenida Li Guerra, no bairro Praia, percorrendo alguns pontos turísticos.
Indicadas pela Prefeitura de Itabira, pelo Comitê Olímpico e demais parceiros, 61 pessoas tiveram a oportunidade de conduzir a chama. Os estudantes Zélia Gomes, Lívia Barcelos, Matheus Redieghiere, Renata Leal, Mariana Horta, Cristiano Belchior e João Pedro Marchesini estão entre os alunos da Unifei de Itabira que participaram do revezamento da chama.
Zélia Gomes, estudante de Engenharia de Controle e Automação, disse que “o convite de participação do revezamento veio a partir de um evento promocional, que trouxe a Itabira, no final do ano passado, agentes treinados para divulgar o revezamento”. Segundo ela, “três agentes convidaram as pessoas para escreverem uma história de vida, um momento que valesse ouro”.
A aluna contou que escreveu a história de como a educação modificou sua vida. “Fui selecionada como condutora e, ao longo dos últimos meses, houve um processo de comunicação entre o comitê olímpico, os patrocinadores e os condutores, que incluiu uma troca de informações sobre o evento e, até mesmo, o recebimento de brindes”, explicou.
Sobre a importância da visita da tocha à cidade, a aluna destacou que “além de trazer visibilidade para todas as cidades envolvidas, muitas delas pouco conhecidas, ela aquece o país, envolvendo-o diretamente nos jogos olímpicos”. Ela também comentou sobre a emoção de conduzir a tocha. “Foi uma honra, além de uma alegria imensa, afinal trata-se de um evento de proporções mundiais, que tem um significado extremamente nobre de trazer a chama olímpica à população do país onde ocorrem as olimpíadas”, afirmou.
Por sua vez, Matheus Redieghiere, aluno de Engenharia de Produção, revelou que a emoção de ser um condutor da tocha é indescritível. “Até agora me questiono como isso foi possível; ver a alegria e entusiasmo daquelas pessoas aguardando ansiosamente a passagem da tocha olímpica foi realmente emocionante, um momento ímpar na minha vida”, disse.
Para Matheus, saber que ele era um guardião da tocha fez com que sentisse um orgulho imenso de poder estar naquele lugar. “A emoção foi grande e consegui aproveitar cada segundo daquele momento que ficará guardado eternamente em minha memória”, detalhou.
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