- Este evento já passou.
[:pb]Exposição “Do anoitecer ao amanhecer\”[:]

[:pb]A Universidade Federal de Itajubá (Unifei) recebe seus alunos para o ano letivo de 2017 com uma belíssima exposição de fotos no campus de Itajubá. A exposição “Do anoitecer ao amanhecer”, do prof. Cléber Gonçalves, estará aberta à visitação gratuita no saguão da Biblioteca Mauá (BIM), de 20 de fevereiro a 20 de abril. Alunos, professores, servidores técnico-administrativos, grupos escolares e comunidade local, todos estão convidados a conhecê-la.
A seguir, o prof. Cléber fala um pouco sobre sua vida profissional e sua relação com a Fotografia.
Diretoria de Cultura (DC): Para quem ainda não conhece, quem é o prof. Cléber Gonçalves?
Prof. Cléber Gonçalves (CG): Sou formado em Engenharia e atuo como professor desde o início da minha carreira. Atualmente, sou responsável pelas disciplinas de Finanças, Mercado de Capitais e Engenharia Econômica na Unifei. Fotografia é um hobby que eu levo muito a sério, já estudei muito e também já pratiquei muito essa arte. Já pratiquei diversos estilos de fotografia: retratos, eventos sociais, natureza, família, arquitetura; mas o que mais me atrai é o desafio. Não tenho um estilo favorito. O que eu realmente gosto é de fazer aquele registro desafiador, seja pela técnica, pela paciência ou pelo desgaste físico.
DC: O que sua exposição retrata?
CG: Essa exposição retrata minha visão pessoal de paisagens e arquitetura que vemos todos os dias. “Do anoitecer ao amanhecer” é uma exposição focada em fotografias noturnas. Essa escolha foi feita pois, durante a noite, posso fazer com que minhas interpretações pessoais sobre o tema fotografado possam se destacar.
DC: Quando você começou a fazer este tipo de registro e qual sua inspiração?
CG: Sempre gostei de Fotografia e Cinema, mas foi a partir de 2013 que comecei a estudar mais e praticar muito. Não sou fotógrafo. Como em qualquer outra profissão, um profissional da Fotografia deve ter formação acadêmica concluída ou, então, reconhecimento amplo da sociedade sobre sua atuação nessa área, e eu não tenho nenhum desses requisitos. Em 2013, comecei a me dedicar mais à Fotografia, mas os registros de fotografia noturna começaram em 2014. Minha inspiração para esse tipo de registro é o desafio. Sempre tem um desafio para conseguir esses resultados, seja o frio, a caminhada, a técnica, as noites inteiras acordado. Minha inspiração vem da dificuldade em alcançar o resultado que desejo.
DC: A sensibilidade da fotografia sempre nos mostra ângulos muitas vezes inimagináveis e faz o trivial se mostrar incrível. Para os que estão começando a se aventurar na Fotografia, qual dica você daria para conseguir a foto perfeita?
CG: Minha primeira dica é nunca conseguir a foto perfeita. Faça sempre o melhor que puder em cada situação, mas nunca chegue à conclusão de que conseguiu uma foto perfeita. Você só vai se desenvolver na Fotografia se estiver ciente de que sempre pode fazer melhor. Outra dica é praticar muito. Quanto mais você erra, mais você aprende e, mudando um pouquinho o ditado popular, \’a prática te aproxima da perfeição\’. Por fim, uma boa fotografia pode acontecer por acaso, mas se você quer melhorar suas fotos e sempre conseguir bons resultados, estude e planeje bem antes de apertar o botão da câmera.
Para agendar visitas de grupos escolares à exposição, envie e-mail para flaviamotta@unifei.edu.br ou ligue para 3629-1769/3629-1229.[:]