UNIFEI

Unifei é a quinta universidade mineira mais bem colocada no Índice Geral de Cursos do MEC

Dentre as universidades mineiras mais bem colocadas no IGC, a Unifei ficou em quinta posição.

 A Universidade Federal de Itajubá (Unifei) está entre as instituições de ensino superior (IES) brasileiras que ficaram na faixa 4 do Índice Geral de Cursos (IGC) no ciclo da avaliação 2016 do Ministério da Educação (MEC) e continua sendo considerada de excelente qualidade. Para ser considerada excelente uma IES deve atingir as faixas 4 ou 5 no IGC, que vai de 1 a 5. Aquelas que atingem a faixa mínima 3 são consideradas insatisfatórias para os padrões do MEC e podem ser descredenciadas.

 O ranking das IES brasileiras inclui Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefet’s), centros universitários, faculdades, universidades e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet’s). A lista das IES que estão nessa faixa foi atualizada em 27 de novembro e publicada no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ela leva em conta o IGC, indicador oficial de qualidade do ensino superior no país.

 O IGC compila vários parâmetros de avaliação da qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação. Quanto aos cursos de graduação, levam-se em conta a qualificação do corpo docente, as condições de infraestrutura e as notas dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), entre outros. Com relação aos de pós-graduação, o índice considera os conceitos atribuídos aos programas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

 O ciclo considerado englobou os anos de 2014 a 2016 e foram avaliadas 2.132 IES. Neste triênio, a Unifei contava com 22 cursos com Conceitos Preliminares de Cursos (CPCs). Seu IGC Contínuo foi de 3,6348, o que a colocou na 23ª posição entre 230 universidades e institutos federais em nível nacional. Entre estas instituições, considerando-se apenas as do Estado de Minas Gerais, a Unifei está na 5ª posição.

 As IES mineiras que obtiveram o IGC 5 foram as universidades federais de Minas Gerais (UFMG), de Lavras (Ufla) e de Viçosa (UFV), com IGC Contínuo, respectivamente, de 4,2268, 4,0007 e 3,9989. Acima da Unifei figura a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que também obteve o IGC 4 e o IGC Contínuo de 3,6856.

 Algumas IES brasileiras da lista completa aparecem sem conceito ou com a informação de descredenciamento. Outras são classificadas como sub-júdice. A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, que encabeça diversos rankings de universidades brasileiras, não está na lista divulgada porque não participa do Enade, utilizado para a avaliação do MEC.

 O ranking das melhores IES do Brasil no ciclo de avaliação 2016 do MEC pode ser conferido no site do Inep: http://portal.inep.gov.br/web/guest/indice-geral-de-cursos-igc-.

Sobre o IGC

 De acordo o portal do Inep, o cálculo do IGC é realizado anualmente e considera a média dos Conceitos Preliminares de Cursos (CPCs) do último triênio, relativos aos cursos avaliados da instituição, ponderada pelo número de matrículas em cada um dos cursos computados.

 Nesse índice considera-se também a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu atribuídos pela Capes na última avaliação trienal disponível, convertida para escala compatível e ponderada pelo número de matrículas em cada um dos programas de pós-graduação correspondentes.

 E, finalmente, é considerada a distribuição dos estudantes entre os diferentes níveis de ensino, graduação ou pós-graduação stricto sensu, excluindo as informações constantes no parágrafo anterior para as instituições que não oferecerem pós-graduação stricto sensu.

 O IGC contempla o CPC dos cursos avaliados no ano do cálculo e os CPCs dos dois anos anteriores, ou seja, sua divulgação refere-se sempre a um triênio, compreendendo todas as áreas previstas no Ciclo Avaliativo do Enade, que compreende a avaliação periódica dos cursos de graduação, com referência nos resultados trienais de desempenho de estudantes. Esses dados servem de subsídio, respectivamente, para os atos de recredenciamento de cada IES e para nortear políticas de expansão e financiamento da Educação Superior.

 As áreas e eixos tecnológicos de cada ano do ciclo são os seguintes:

Áreas – Bacharelados e Licenciaturas

Ano I – Saúde, Ciências Agrárias e áreas afins (2016);

Ano II – Ciências Exatas, Licenciaturas e áreas afins (2017);

Ano III – Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e áreas afins (2018).

Eixos Tecnológicos

Ano I – Ambiente e Saúde, Produção Alimentícia, Recursos Naturais, Militar e Segurança (2016);

Ano II – Controle e Processos Industriais, Informação e Comunicação, Infraestrutura, Produção Industrial (2017);

Ano III – Gestão e Negócios, Apoio Escolar, Hospitalidade e Lazer, Produção Cultural e Design (2018).

 Para entender detalhadamente a metodologia de cálculo do IGC, deve-se consultar a Nota Técnica referente ao ano desejado, no portal do Inep: http://portal.inep.gov.br/web/guest/documentos-e-legislacao12